sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Descaso? Moradores publicam nas redes sociais imagens da situação precária de diversas ruas de Umbuzeiro

Em páginas pessoais, na rede social Facebook, alguns moradores de Umbuzeiro publicaram imagens da situação precária de diversas ruas. Confiram as imagens:

Bairro do Matadouro - Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1508289802751524&set=pcb.1508291849417986&type=1&theater









Avenida Carlos Pessoa - Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=857972264214770&set=pcb.857974314214565&type=1&theater


                                      



Rua Epitácio Pessoa (Rua da Quadra)- Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=511627958973807&set=pcb.511628038973799&type=1&theater



Praça Assis Chateaubriand  - Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=794093183967869&set=pcb.794093753967812&type=1&theater








Outras Ruas em Umbuzeiro - Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=794093267301194&set=pcb.794093753967812&type=1&theater







Forquilha 





quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ex-prefeito de Umbuzeiro, Carlos Pessoa Neto, tem os Direitos Políticos Cassados


O juiz Chalegre do Rêgo Barros, da 6ª Vara Federal, condenou o ex-prefeito de Umbuzeiro, Carlos Pessoa Neto, a perda dos direitos políticos pela prática de improbidade administrativa. O ex-gestor foi denunciado pelo Ministério Público Federal por irregularidades na contratação de dois convênios firmados com a Funasa para obras de esgotamento sanitário.

Carlos Pessoa Neto também está obrigado a devolver aos cofres públicos o valor R$ 629.533,69, além de estar proibido, por cinco anos, de contratar com o Poder Público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios.

De acordo com a acusação do Ministério Público Federal, a prefeitura de Umbuzeiro pagou o valor de R$ 412.647,90 à empresa Construtora JL Ltda, e R$ 206.757,67 à empresa Cobeza Construtora Ltda, mas os serviços não foram realizados.

Saiba mais em: http://web.jfpb.jus.br/consproc/lista_publ.asp?CodRelac=2014000198&NumRelac=2014.000198&DtPubl=18/09/2014&NomeLocFis=6 a. VARA FEDERAL&CodSecao=82&CodLocFis=6

Fonte: http://portalcorreio.uol.com.br/noticias/justica/federal/2014/09/18/NWS,246516,40,269,NOTICIAS,2190-EX-PREFEITO-UMBUZEIRO-DIREITOS-POLITICOS-CASSADOS.aspx

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Bandidos fardados de PM sequestram tesoureiro do Banco do Brasil de Aroeiras

O tesoureiro do Banco do Brasil da cidade de Aroeiras, a 177 km de João Pessoa, foi sequestrado nessa quinta-feira (11) ao ter a casa invadida. Os acusados são quatro homens, que estavam fardados com um uniforme da Polícia Militar, conforme informou o capitão Samaroni Delgado, comandante da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) de Boqueirão.


A vítima relatou aos policiais militares que durante a madrugada, quatro homens chegaram na residência e apertaram o interfone. Quando foi atender ao chamado, os acusados – que estavam com armas longas - renderam o homem.

 “O tesoureiro informou que os bandidos exigiam que ele fosse até o banco e abrir o cofre.
Porém, foram convencidos de que o local só abre em hora programada. Diante disso, o homem foi colocado no veículo dos criminosos e foi liberado dentro de um matagal às margens da rodovia. Ele caminhou por quase duas horas até chegar em casa. Um celular foi levado”, disse o capitão.

Policiais da 3ª CIPM foram acionados e apesar de rondas pela região, ninguém foi preso.

Fonte: http://www.giropb.com.br/noticia/ousadia-a-luz-do-dia-bandidos-fardados-de-pm-sequestram-tesoureiro-de-banco-no-interior-da-paraiba.html

Tribunal de Justiça condena 26 ex-prefeitos, entre eles, o de Umbuzeiro, Carlos Pessoa Neto, e o de Natuba, José Lins da Silva, por Improbidade Administrativa

A ex-secretária de Saúde da Capital, Roseane Barbosa Meira, além de 26 ex-prefeitos foram condenados pelos juízes que integram o grupo especial de Meta-4 do Conselho Nacional de Justiça, que atuam nos processos de ação de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública. A informação foi divulgada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba nesta sexta-feira (12).
Foram condenados os seguintes ex-prefeitos dos seguintes municípios: Pedro Feitosa Leite, de Ibiara; Frederico Antônio Raulino de Oliveira, de Juazeirinho; Jorge Úrçulo Ribeiro Coutinho, de Gurinhém; José Almeida Silva, de Cajazeirinhas; Carlos Pessoa Neto, de Umbuzeiro; Saulo Rolim Soares, de Caldas de Brandão; Sebastião Tavares de Oliveira, de Itabaiana; Evandro Gonçalves de Brito, de Bom Jesus; Germano Lacerda da Cunha, de Belém de Brejo do Cruz; Erasmo Quitino de Abrantes Filho, de Lastro; José Célio Aristóteles, Vieirópolis; Damião Zelo Gouveia Neto, de São Vicente do Seridó; José Lins da Silva, de Natuba; Iremar Flor de Souza, de Pilões; Gilvandro Carneiro Leal, de Lagoa Seca; Gildivan Lopes da Silva, de São José de Caiana;; Célio Alberto Antas Mangueira, de Diamante; Clidenor José da Silva, de Cacimba de Dentro; Francisco Andrade Carreiro, de São Bentinho, Márcio Roberto da Silva, de São Bento; José Orlando Tenório, de Jurú; Evandro Gonçalves Brito, de Bom Jesus; e Damião Zelo de Gouveia Neto, de São Vicente do Seridó.
Também foram condenados os vereadores do município de Ibiara: Márcio Pereira de Sousa, Francisca Marlene Nunes Carvalho de Sousa, Margarida Carvalho Sousa, Odair Damião da Silva e Valdemar Leite de Souza.

Consta ainda a procedência da ação contra Vânia da Cunha Moreira, ex-presidente da Fundac.

As penas envolvem aplicação de multa, perda de função pública, ressarcimento, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o Poder Público. Cada sentença analisa individualmente a situação de cada um dos acusados.
 
 
 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Discussão para regularização da extração de areia dos rios na Paraíba

Uma reunião realizada nessa terça-feira (09) na sede da Superintendência do Meio Ambiente (Sudema) discutiu critérios para estabelecer regras claras para o licenciamento ambiental de projetos de mineração de areia nos rios e seus afluentes em todo território paraibano, além de propor uma resolução para aprovação do Conselho de Proteção Ambiental (Copam).

A promotora do Centro de apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente e dos Bens de Valor Artístico, Estético, Histórico, Urbanístico, Turístico e Paisagístico (Caop do Meio Ambiente), Andrea Pequeno, participou da reunião e explicou que os critérios discutidos foram de suma importância para regulamentar, fiscalizar e acompanhar de perto todo processo dessa degradação que está cada vez maior.

“Hoje, embora existam pronunciamentos por parte da Sudema, não existem critérios específicos de quantidade e isso acaba fragilizando todo processo. Essa regulamentação, essas novas condicionantes à quantidade de areia que devem ser extraída dos mananciais, tudo isso vai trazer sustentabilidade à essa atividade econômica, preservando o meio ambiente também”, explicou a promotora ressaltando que o Ministério Público tem realizado ainda ações pontuais nas cidades de Itabaiana e Cruz do Espírito Santo.

Já o professor Ricardo Braga, biólogo da área de recursos hídricos do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Pernambuco e contratado pelo Governo do Estado para comandar trabalhos na área de proteção ambiental, informou que a missão é propor uma resolução para aprovação do Copam que regulamenta a exploração de areia, tantos nos rios impertinentes quanto nos rios litorâneos.

“Vimos que uma resolução que ordene a exploração de areia tem que primeiro reconhecer que a exploração é lícita e importante para a economia, no entanto ela tem que está sujeita a algumas restrições sociais e ambientais, respeitando a população, a conservação ambiental, a conservação das margens e a água do leito dos rios, que são áreas de preservação permanente”, disse o professor reconhecendo ainda que essa atividade é muito importante, desde que se adeque a uma situação que não gere impactos ambientais significativos, como a exclusão da população rural local.

Em seus estudos, o professor detectou ainda que a degradação existe e o processo de exploração é totalmente irracional, gerando um problema hidrológico e prejudicando o curso da água existentes como também problemas sociais gravíssimos. “Há treze anos se discute uma regulamentação disso e não chega ao final exatamente porque existe conflito entre a arte minerária e a população ribeirinha”, finalizou.

A reunião teve a participação ainda do superintendente da Sudema, Nilson Júnior, representantes de dos órgãos ligados ao assunto e dos representantes do Copam. Uma nova reunião deverá ser realizada na próxima semana.


MPPB

http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20140910151536&cat=paraiba&keys=discussao-regularizacao-extracao-areia-paraiba